Memória e a mediação: o Rio de Janeiro em cheque entre o dizível e o inconfessável

Monica Sousa

Resumo


Este artigo propõe uma reflexão sobre os percursos da memória na constituição dos sentidos a partir de apontamentos de silêncios e de embates da memória nas coberturas jornalísticas. A análise tem como recorte três coberturas da revista Veja que apontam momentos chaves de tentativas de enfrentamento e consolidação dos sentidos do Rio de Janeiro como cidade maravilhosa. O discurso hegemônico perpetua suas memórias dizíveis, enquanto o jornalismo, que propõe o esmiuçar dos problemas naquilo que seria indizível, revela uma camuflagem do indizível que reforça o discurso da memória oficial. No que tange os aspectos teóricos, apontamos como linha de investigação as contribuições de Marialva Barbosa, Michel Pollak, Maurice Halbwachs,Andreas Huyssen e Paul Ricouer.

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